Apresentação sobre Produtividade

March 7th, 2009

Alguns meses atrás conversando com um dos diretores da Gaia Technologies, surgiu a idéia de criar uma espécie de “programa de desenvolvimento pessoal”, e uma das atividades envolvidas neste programa é a apresentação de temas variados para o restante da equipe.

Cada colaborador escolhe um tema que domina (ou que pretende dominar até o dia de sua apresentação :) ), e expõe em uma palestra de pelo menos 15 minutos para o restante da empresa.

O objetivo principal é trabalhar a comunicação, timidez e a capacidade de expor e “vender” idéias. Nós acreditamos que este tipo de competência é importante tanto para um trabalho junto ao cliente, quando para a comunicação interna dentro de uma equipe.

Bem, minha vez chegou e acabei fazendo uma apresentação de 30 minutos sobre Produtividade. Abaixo vocês podem visualizar os slides (adaptados para o SlideShare), e o video que foi usado no início da apresentação. A apresentação quase não possui textos, mas dá pra se ter uma idéia por onde eu andei na hora de abordar este tema :)

 

Produtividade, Random stuff

A coceira e a bota

February 5th, 2009

Quando a coceira é do lado de dentro da bota, de nada adianta coçar pelo lado de fora. 

Provérbio chinês.

Random stuff, Reflexões , ,

Questionando seus valores

January 17th, 2009

O quê é valor pra você? Ou melhor, quais são seus valores?

Quais são os princípios que orientam você na suas escolhas, nas suas atitudes, nos seus relacionamentos?

Se você perguntar para alguém quais são seus valores, certamente você ouvirá alguma coisa parecido com o seguinte: “Honestidade, Compaixão, Generosidade, Humildade, Lealdade…”. A lista poderá variar bastante, no entanto, tenho certeza que ao listar seus valores, uma pessoa incluirá pelo menos uma das palavras mencionadas anteriormente.

Mas, palavras são palavras. Como você realmente sabe se algum destes princípios, é considerado valor pra você? Apenas dizer que “Compaixão” é um de seus valores é muito fácil, afinal de contas qualquer família, instituição educacional, ou religião irá sempre nos “moldar” nestes princípios. Eles estarão sempre na ponta da sua língua quando lhe forem questionados… mas e quanto a sua consciência? Será que eles também estão impregnados lá?

Penso que existe algo interessante, e ao mesmo tempo assustador, sobre valores. Só existe um meio de você ter certeza absoluta se algo que você DIZ ser valor pra você, é de fato, um valor pra você. E este meio é “quebrando” este valor.

Quando algum motivo, ou situação o leva a quebrar um valor, duas coisas podem acontecer com você:

  1. Você “muda” ou “risca” aquele valor da sua lista, e segue sua vida normalmente. Você ainda pode continuar dizendo a todos que aquilo é um valor seu, mas no fundo, você saberá que não é.
  2. Você irá se arrepender de ter quebrado aquele valor pra sempre. É algo que você não aceitará e isto o fará sofrer por muito tempo.

Se o #1 acontecer com você, fique tranquilo. O que você achava que era um de seus valores simplesmente não o é. E afinal de contas, quantas vezes você já não esteve enganado sobre algo que antes você assumia como verdade?

O problema realmente está no #2. Se o seu valor em questão se mostrar verdadeiro, então você irá sentir o gosto amargo do arrependimento… e esta é uma sensação que você não quer ter.

Então, você realmente conhece a fundo seus valores? Você sabe quais deles existem por causa de sua educação, e quais deles existem impregnados na sua consciência? Sabe quais o levaria para o caminho #1, e quais o levaria para o #2?

Random stuff, Reflexões

Sabedoria do biscoito da sorte

January 12th, 2009

Muitos passos em falso foram dados ficando parado.

 

Frase retirada de um “biscoito da sorte”.

Reflexões , ,

Um perfil para toda a web

December 27th, 2008

Data Portability. Este é um dos assuntos quentes relacionados a Web 2.0, e é algo que tem despertado bastante meu interesse.

A idéia é bem simples, mas as possibilidades são inúmeras! Data Portability defende a idéia de cada pessoa ter sua identidade única na Web, válida em todos os locais que ela frequenta digitalmente. Se eu sou João Pedro Resende no orkut, também sou João Pedro Resende no meu LinkedIn. Também sou João Pedro Resende, no sistema acadêmico da universidade onde estudo, e também sou João Pedro Resende quando acesso minha conta no Itaú Bankline.

Porque eu tenho que ter milhares de cadastros diferentes, um para cada site que eu quiser frequentar, se no final das contas eu estou cadastrando os mesmos dados, repetidamente, em uma tarefa massante, exaustiva e consumidora de tempo?

E se eu tivesse apenas um cadastro, com meus dados pessoais, minhas fotos, minhas conexões com amigos e colegas de trabalho e todo o restante da informação que eu julgo relevante, e eu pudesse utilizar este cadastro como a minha Identidade na web em qualquer site que eu visitasse?

Este é o objetivo da portabilidade de dados, ou Data Portability. Daqui pra frente pretendo conversar mais sobre este assunto, destacando pontos positivos, negativos, e complicações que podem surgir em um modelo como este. Até!


DataPortability - Connect, Control, Share, Remix from Smashcut on Vimeo.

Random stuff, Web 2.0, data portability ,

A lição do Gato de Botas

December 26th, 2008

Diante de uma encruzilhada Alice pergunta ao Gato de Botas:

Alice: “Por qual caminho devo seguir?”

Gato: “Depende de onde você quer chegar…”

Alice: “Não me importa muito aonde ir.”

Gato: “Então qualquer caminho serve.”

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Ronaldinho e Corinthians

December 21st, 2008

Este não é um blog sobre futebol, mas a contratação do Ronaldo pelo Corinthians é algo que vale a pena ser comentado aqui. Mesmo porque, a contratação do “Fenômeno” pouco tem a ver com o “futebol jogado dentro do campo” propriamente dito.

Se Ronaldo irá ou não irá jogar bem, isso não é relevante. O que importa é que, só com o anúncio da contratação, o Corinthians vendeu R$ 20.000 de “camisas 9″ em único dia!

Este tipo de estratégia não é algo novo, e temos como exemplo recente o Los Angeles Galaxy que contratou David Beckham com esta mesma idéia. No entanto, o caso do Corinthians ainda é mais (tenho que admitir) genial: ao contrário do LA Galaxy, o Corinthians não pagou NADA pelo passe de Ronaldo. Apesar do salário do jogador estar longe de ser barato, o passe em si, não custou 1 centavo ao “timão”.

É como se você “comprasse” uma mina de ouro sem pagar nada de entrada e a partir daí você pagasse parcelas mensais que sairiam inteiramente do rendimento que a própria mina de ouro produzisse. É provavelmente um dos melhores negócios do mundo!

Mas ainda tem mais. Com a contratação de Ronaldo já se fala em patrocínio individual da camisa 9. Ou seja, patrocinadores pagariam para “anunciar” apenas na camisa de Ronaldo em um modelo onde ele receberia “comissão” pelo anúncio. Até onde eu sei, este tipo de contrato (individual) nunca aconteceu no futebol do Brasil, e se essa moda pega podemos ter uma revolução no marketing do futebol brasileiro.

Se este tipo de patrocínio se consolidasse, o “valor” dos jogadores poderia começar a ser medido de uma forma muito mais voltada para a “popularidade” e capacidade de gerar vendas do que pelo próprio talento do jogador com a bola.

A partir daí, a camisa de cada jogador teria um patrocinador diferente. Isto seria muito interessante do ponto de vista de marketing! Veja só, pense em uma comparação com a publicidade na TV: os jogadores seriam os “anúncios”, os clubes seriam os canais de TV, e os presidentes dos clubes e técnicos seriam os editores da programação. Estes últimos selecionariam quais anúncios entrariam no “ar”, e por quanto tempo. Quais anúncios seriam “substituídos” e em que momento!

Na volta do intervalo dos jogos, no 2o tempo, poderíamos ouvir o Galvão Bueno (Deus me livre!) narrando as substituições: “E para o segundo tempo no Corinthians sai Panasonic camisa 8, e entra Semp Toshiba com a número 4!

Mal posso esperar pra ver!

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Multitasking, Maconha e Produtividade

December 14th, 2008

Produtividade sempre foi um dos meus temas favoritos, e de algum tempo pra cá, vê-se no mercado uma certa valorização de uma qualidade profissional chamada de “Multitasking”, que é capacidade de uma pessoa executar mais de uma tarefa ao mesmo tempo.

Todo esse papo de “multitasking” ou “multitarefa” começou quando os sistemas operacionais começaram a implementar arquiteturas que suportavem este tipo de capacidade, e poderiam com isso, executar mais de um processo de programa/aplicativo “ao mesmo tempo”.

A discussão evoluiu e passou do âmbito de tecnologia para desenvolvimento pessoal, e ganhou ainda mais força com a descoberta de que área do cérebro ativada quando alguém está em modo “multitarefa” é mais espessa nos cérebros das mulheres, o quê justificaria o melhor desempenho das mulheres em “multitasking”. 

No entanto, segundo Josh Waitzkin estudos recentes do British Institute of Psychiatry mostram que multitasking é na verdade algo em que você não deveria estar apostando. 

Quando estamos processando algum tipo de informação visual, a área de ativação do cérebro usada para ouvir, é reduzida em 50%. Isto significa uma redução enorme na capacidade de absorver informações que são estão sendo passadas a você por meio da audição.

Além disso, os estudos do Institute of Psychiatry revelam que ler um email enquanto você executa algum outro tipo de tarefa criativa (ex: design, criação de um algoritmo, escrever um texto), causa uma redução momentânea de QI em até 10 pontos. Esta redução é equivalente a você ficar 36 horas sem dormir, e é 2x maior que o efeito de fumar maconha!

Com todo esse déficit de QI no seu cérebro, as chances de executar tarefas com erros e aumentar seu índice de retrabalho são bem maiores.

Portanto, da próxima vez que você estiver tentando fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, pense duas vezes, e tente executar suas tarefas em um modo de “switch-tasking”, ou seja, esteja sempre focado em uma tarefa e tente trocar de atividade apenas quando tiver concluído a atividade ou quando realmente for necessário, como no caso da chegada de uma tarefa emergencial ou prioritária.

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Tesouros Escondidos

December 7th, 2008

Há poucos dias um grupo de “caçadores-de-tesouro” encontrou um navio espanhol naufragado no oceano atlântico há mais de 200 anos. Como se a descoberta já não fosse fascinante o suficiente, o navio espanhol carregava consigo um tesouro esquecido de mais de R$ 1 bilhão.

Este tesouro esteve escondido no fundo do mar durante todo esse tempo, e foi necessário muito estudo, pesquisa e tecnologia para que pudesse ser encontrado. Mas, e se existisse um tesouro escondido bem perto de você, quem sabe dentro da sua própria empresa? Você conseguiria encontrá-lo? Conseguiria recuperá-lo?

Penso que muitas empresas deixam de ganhar fortunas e fazer bons negócios porque não conseguem encontrar tesouros que estão bem abaixo do seu nariz.

Especialmente na área de tecnologia de informação, percebo que muitas empresas estão sentadas em cima de grandes tesouros, mas são incapazes de enxergá-los, seja porque estão ocupadas demais com outras atividades e negócios, ou porque estão acomodadas demais para levantar e olhar ao seu redor.

Em uma época onde startups milionárias são criadas por 1 ou 2 programadores, trancados em seus quartos, vestindo seus pijamas e embalados por altas doses de cafeína; eu me pergunto quantas boas idéias, quantos tesouros escondidos existem dentro das cabeças de uma equipe de 10, 20, 50 ou 100 colaboradores de uma fábrica de software, ou uma agência web?

Mas como saber? Como descobrir uma idéia milionária em meio aos funcionários de uma empesa?

Bem, a primeira coisa que deve ser levada em consideração é: (quase) ninguém que possua uma idéia milionária vai para o meio da praça pública anunciá-la para qualquer um ouvir. Faz mais sentido que você procure apenas as pessoas certas, que possam ajudar você a viabilizar sua idéia e transformá-la de fato em realidade.

O meu ponto aqui é o seguinte: a própria empresa pode ser esta “pessoa certa”.

Acredito que se as empresas estivessem dispostas a fazer parcerias com seus próprios funcionários, ambos poderiam se beneficiar até mais do que na relação “Empregado/Empregador”.

Penso que com o estímulo correto, muitas idéias inovadoras e bons projetos poderiam surgir dentro de ambientes como os citados acima (Fábricas software, agências web, etc), e isto não é difícil de fazer. Basta vontade, capacidade de ouvir e visão.

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Android Market goes live!

October 27th, 2008

A espera chegou ao fim :) Todos já imaginavam que o Google faria com o Android exatamente a mesma coisa que a Apple fez com o AppStore para o iPhone: uma loja de apps o Android.

O Android Market entrou no ar recentemente e já conta com mais de 50 aplicações a venda. O modelo de negócios é praticamente o mesmo da AppStore. O developer se cadastra no market, paga uma taxa de U$25,00 e a partir daí pode disponibilizar suas apps para distribuição e ter acesso a todas as estatísticas de vendas, bem como ver os comentários sobre seu produto.

Para se registrar como developer/publisher você pode utilizar este link.

Android, Business & Money, Mobile